quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Por que o cliente precisa do Corretor de Imóveis?

A capacidade de ouvir demonstrada pelo Corretor logo no início do atendimento será determinante para essa conquista. Para isso, o profissional deve abrir sempre com uma pergunta que conduza o Cliente a falar de si e do seu sonho. Por que o cliente precisa do Corretor de Imóveis? Faço essa pergunta em muitas de nossas palestras realizadas dentro do Saber é Vender, projeto que entra no seu quarto ano e que já atingiu cerca de 8.000 profissionais. As respostas são, muitas vezes, óbvias e demonstram a dificuldade que temos em identificar por que, de fato, um cliente precisa de um Corretor de Imóveis. A maioria acredita que a sua contribuição essencial está em informar o Cliente sobre o imóvel à venda, com destaque para características, vantagens, condições de financiamento etc. Estes que pensam dessa forma se esquecem que a Internet oferece estas e muitas outras informações. Na maioria das vezes, Clientes sabem mais do que o Corretor sobre um determinado imóvel. Conhecem, também, outras opções dentro da mesma região, ou mesmo em áreas distintas da cidade, e acabam informando o Corretor sobre essas alternativas. Alguns respondem dizendo que os Clientes precisam deles porque sem o Corretor o Cliente não pode comprar. Estão focados nos procedimentos da aquisição, aspectos burocráticos da compra. Se assim fosse, poderiam ser substituídos por pessoas operacionais, apenas com a preocupação de encaminhar os trâmites da venda. Outros acreditam que o Cliente busca no Corretor um apoio para a decisão de compra. Querem um conselheiro, alguém que oriente na difícil tarefa de decidir. Bom, aqui estamos mais próximos da resposta ideal. Para funcionar como um conselheiro é necessário antes haver a confiança do Cliente no Corretor. Isso exige uma interação muito além do imóvel. Não será falando do imóvel apenas, que o Corretor irá construir a ponte da confiança. É necessário penetrar na alma do Cliente, conhecer seu sonho de felicidade, identificar desejos específicos, descobrir quais outras pessoas fazem parte desse universo. A capacidade de ouvir demonstrada pelo Corretor logo no início do atendimento será determinante para essa conquista. Para isso, o profissional deve abrir sempre com uma pergunta que conduza o Cliente a falar de si e do seu sonho. Aqui vai uma lista de perguntas sugestivas para sua avaliação. Inspire-se nelas e construa seu próprio roteiro. Quem são as pessoas que vão viver no imóvel? Explorar aqui o perfil dessas pessoas, atividade profissional, hobbies, hábitos associados a lazer, esportes etc. Qual o imóvel do seu sonho? Estimular o Cliente a descrever todas as condições relacionadas à localização, espaços, tipo de decoração etc. O que você gostaria de mudar no seu imóvel atual? Certas pessoas não sabem bem dizer o que querem em relação a um imóvel, mas saberão avaliar aquilo que não gostam na casa onde vivem hoje. O que você (Cliente) já viu por aí e que mais gostou? Importante saber as referências que o Cliente tem até o momento. Se ele já visitou muitos stands de vendas está mais próximo de uma decisão de compra. Você só ouviu até agora. Essa conversa serviu para formar um quadro desse Cliente e vai possibilitar que sua apresentação do imóvel esteja mais afinada com o perfil e necessidades do Cliente. Ao mesmo tempo, você já está mais próximo do Cliente, conhece aspectos da vida pessoal, compreendeu seus sonhos e pode interagir com ele em um outro nível. Autor: Ricardo J. Botelho

CONDOMÍNIO GRANDE VILÃO NA VALORIZAÇÃO DOS IMÓVEIS

O condomínio hoje é um mal necessário do brasileiro, infelizmente com a insegurança que vivemos morar em casa de rua atualmente é tornar-se preza fácil, não que morar em condomínio fechado é sinônimo de segurança, aja visto as invasões ocorridas ocasionalmente em bairros nobres de São Paulo, mas convenhamos que a exposição é bem menor. Agora quando se discute valores, o condomínio se torna o grande vilão da valorização e liquidez do imóvel. Um condomínio muito alto trará muitas dificuldades de venda e valorização do imóvel, alguns se tornam valores semelhantes a pequenos alugueis caos em que se paga alto por um condomínio que só dispõe de segurança e não existe nem lazer, problema vivido também quando na hora da locação, o aluguel do imóvel tem o chamado “pacote” a soma de todas as despesas, aluguel, condomínio e IPTU e quando o valor de condomínio é alto o locador terá de alugar por um valor menor, porque se for alugar por um valor compatível com a locação de um apartamento com condomínio baixo o preço final irá sair do limite. Casa em condomínio: Casas em condomínios hoje são praticamente raras, principalmente na cidade de São Paulo e os grandes influenciadores dessas construções são? Disposição de terreno, valor construtivo, ausência de lazer e altos custos de condomínio, visto que são poucas unidades a serem rateadas. O que influencia os custos? São vários fatores que podem influenciar na alta do condomínio: Poucas unidades, idade do prédio, estrutura, conservação, administração, dentre outras situações que podem ocorrer individualmente em cada caso. O que fazer? Não sou especialista no caso, mas já observei algumas ações que fazem com que a mensalidade do condomínio possa ser mais baixa: • Uma das, é a participação na reunião de condomínio para acompanhar de perto os gastos. • A pontualidade no pagamento de contas que evitam juros e multa. • A contratação de empregados e prestadores de serviços quanto a contratos e se não há muita demissão ou inadimplência, a conservação do prédio se não há vazamentos, problemas elétricos e hidráulicos… • Gastos com compras de materiais de limpeza, aparelhos elétricos e de musculação, produtos de tratamento de piscina… • Acompanhamento de pagamentos de cota de cada morador se não há atrasos. • Reciclagem de lixo Essas são algumas medidas que poderão influenciar e muito o valor do condomínio, outra medida que um conhecido síndico tomou, foi enumerar alguns serviços como: Farmácia, supermercado, horti fruti, loja… Serviços muito utilizados por maioria e esses estabelecimentos ofereciam descontos especiais para fidelização dos moradores por meio de cadastro do endereço do prédio. E você o que faz, já fez ou acha que poderia fazer para ajudar a reduzir o valor de condomínio? Por: Manoel Santos Manoel Santos - Consultor Imobiliário especializado na Zona Oeste, Lapa,Vila Romana, Alto da Lapa, Vila Leopoldina... Caso você procure dicas ou imóveis em regiões diferentes consulte-me. Tenho conhecimentos em outros bairros, caso a dúvida não seja sanada tenho parceiro qualificado em cada região para que possa lhe proporcionar o melhor atendimento.

Vendas no varejo crescem 0,5% em junho, revela IBGE

Vendas no varejo crescem 0,5% em junho, revela IBGE Agência IN+A-AImprimir PUBLICIDADE Nesta quarta-feira, 14, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que em junho, o comércio varejista do país registrou crescimento de 0,5% no volume de vendas e de 0,9% para a receita nominal, ambas as variações com relação ao mês anterior, ajustadas sazonalmente. Para o volume de vendas, trata-se do terceiro resultado positivo consecutivo e, para a receita nominal, representa o 13º mês de taxas positivas. Quanto à média móvel, o volume de vendas obteve variação de 0,4%, enquanto a receita apresentou taxa de crescimento de 0,8%. Nas demais comparações, obtidas das séries originais (sem ajuste), o varejo nacional obteve, em termos de volume de vendas, acréscimos da ordem de 1,7% sobre junho do ano anterior e de 3,0% e 5,5% nos acumulados dos seis primeiros meses do ano e dos últimos 12 meses, respectivamente. Para os mesmos indicadores, a receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 9,9%, 11,3% e de 11,9%, respectivamente. Nos resultados de junho sobre o mês anterior, seis das dez atividades pesquisadas obtiveram resultados positivos para o volume de vendas com ajuste sazonal. Em ordem de magnitude das taxas, os resultados foram os seguintes: Móveis e eletrodomésticos (1,8%);Livros, jornais, revistas e papelaria (1,0%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,0%); Veículos e motos, partes e peças (0,9%); Combustíveis e lubrificantes (0,9%); Material de construção (0,6%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,4%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,5%) e Tecidos, vestuário e calçados com -1,4%. Na relação junho de 2013 contra junho de 2012 (série sem ajuste), para o varejo, cinco das oito atividades apresentaram resultados positivos. Os resultados, por ordem de importância na formação da taxa global, foram os seguintes: 8,2% para Combustíveis e lubrificante; 7,8% em Outros artigos de uso pessoal e doméstico; 6,6% para Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; 2,9% para Móveis e eletrodomésticos; 6,8% para Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação; -3,0% para Livros, jornais, revistas e papelaria; Tecidos, vestuário e calçados com -3,2% e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo com -0,8%. Analisando os resultados do varejo, por ordem de importância das atividades na taxa global, tem-se que o segmento de Combustíveis e lubrificantes, com variação de 8,2% no volume de vendas em relação a junho de 2012, foi responsável pela maior contribuição da taxa do varejo (48%). Em termos de desempenho acumulado no semestre, a taxa de variação chegou aos 6,2%, e nos últimos 12 meses a 7,5%. Atribui-se este comportamento à variação de preços dos combustíveis (3,5% do item combustíveis no acumulado dos últimos 12 meses, contra 6,7% do índice geral, segundo o IPCA). A atividade de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba segmentos como lojas de departamentos, ótica, joalheria, artigos esportivos, brinquedos etc., exerceu o segundo maior impacto na formação da taxa do varejo (43%), com variação de 7,8% no volume de vendas em relação a junho de 2012. Em termos acumulados, a taxa para o primeiro semestre do ano foi da ordem de 9,8% e para os últimos 12 meses, de 10,3%. A atividade de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, com a terceira maior participação na taxa global do varejo (26%), apresentou crescimento de 6,6% na comparação com junho do ano passado e taxas acumuladas de 8,6% no semestre e de 9,1% para os últimos 12 meses. A expansão da massa de salários1 e a essencialidade dos produtos comercializados são os principais fatores explicativos do desempenho positivo do segmento. Móveis e eletrodomésticos, com alta de 2,9% no volume de vendas em relação a junho do ano passado, foi responsável pela quarta maior contribuição da taxa global do varejo (20%). A atividade vem apresentando taxas de crescimento positivas devido à política de incentivo do governo ao consumo, através da manutenção de alíquotas de IPI reduzidas para móveis e eletrodomésticos. Entretanto, estas taxas têm apresentado variações cada vez menores no tempo. No acumulado do ano a taxa foi de 3,8% e nos últimos 12 meses, de 7,2%. O segmento de Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, responsável pela quinta maior contribuição ao resultado global, obteve acréscimo no volume de vendas, em junho, da ordem de 6,8% sobre igual mês do ano anterior e taxas acumuladas no semestre de 3,7% e nos últimos 12 meses de 1,3%. Dentre os fatores que vêm determinando este desempenho, destaca-se o aumento dos preços de produtos que compõem a atividade, que até fevereiro apresentaram deflação. Para finalizar, com variação de -0,8% no volume de vendas sobre igual mês do ano anterior, o segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, passou de maior contribuição em maio para a menor contribuição no índice geral em junho. Em termos de acumulados, a taxa para os primeiros seis meses do ano foi de 0,3% e para os últimos 12 meses, de 3,9%. Explica esse resultado a alta dos preços do segmento nesses últimos doze meses (13,6% no subgrupo Alimentação no Domicílio do IPCA).

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Mercado Imobiliário: Condomínio o grande vilão da valorização do imóvel...

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